
Desde terça-feira (19/5), está instalado na entrada da Central de Atendimento ao Eleitor de Porto Alegre (Rua Siqueira Campos, nº 805) o banco vermelho, símbolo da campanha internacional de enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. No banco, há uma frase de alerta e informações sobre canais para denúncia. A cor vermelha representa o sangue derramado pelas vítimas.
A iniciativa surgiu na Itália, em 2016, e passou a vigorar no Brasil após a aprovação da Lei nº 14.942/24.
A ação é promovida pela Ouvidoria Especializada de Gênero, Raça e Diversidade, a partir de solicitação da ouvidora, desembargadora eleitoral Madgéli Frantz Machado. A instalação do banco demonstra a solidariedade do TRE-RS à campanha internacional de conscientização e combate à violência contra a mulher.
Acesse a notícia nesse link.
Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) oficializou a implementação do Protocolo Integrado de Prevenção e Medidas de Segurança, estabelecido pela Portaria TRE-RS P n. 2629/2026, visando o enfrentamento da violência doméstica e familiar. A medida abrange magistradas e todas as colaboradoras da instituição, incluindo servidoras requisitadas, estagiárias e trabalhadoras terceirizadas, com o propósito de garantir um ambiente de trabalho seguro, acolhedor e pautado pela igualdade de gênero.
O programa prevê ações de capacitação continuada e a estruturação de canais de suporte especializados, sendo o Núcleo de Ouvidorias o responsável pelo acolhimento inicial das vítimas. Esse atendimento é realizado preferencialmente por profissionais do sexo feminino, assegurando o estrito sigilo das informações e a integridade psíquica da noticiante. Além disso, o Tribunal poderá adotar medidas de segurança personalizadas, como a alteração do local de trabalho ou ajustes de horário, e buscará fortalecer parcerias com órgãos como a Delegacia da Mulher e o Ministério Público para garantir a eficácia das medidas protetivas.
Para acessar o protocolo na íntegra clique aqui.
O TRE-RS e a EJERS realizaram o Seminário Equidade de Gênero, Raça e Diversidades na Justiça Eleitoral. Na abertura, a presidente do tribunal, Maria de Lourdes Braccini de Gonzalez, destacou que a diversidade fortalece a democracia e que ambientes inclusivos geram decisões mais representativas.
O primeiro painel focou no Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, alinhado à Agenda 2030 da ONU. O método visa erradicar a violência contra mulheres e qualificar decisões jurídicas, combatendo também fraudes em cotas de gênero.
Na sequência, debateu-se a Equidade Racial e Interseccionalidade. Foi ressaltada a necessidade de fiscalização efetiva da autodeclaração racial no preenchimento de cargos públicos, conforme previsto no protocolo de julgamento com perspectiva racial.
O encerramento abordou os direitos LGBTQIAPN+, analisando os desafios da comunidade e a atuação da Justiça Eleitoral na promoção de seus direitos.
Para a magistrada, a diversidade é uma riqueza a ser valorizada, e não um obstáculo. O evento reforça o compromisso institucional com os direitos humanos e está disponível na íntegra no canal da EJERS no YouTube.
Acesse a notícia nesse link.
Em construção.
Toda a semana um card educativo sobre igualdade de gênero nas redes sociais do TRE-RS.
Acesse a cartilha de combate à violência doméstica contra a mulher do TJRS nesse link.
Série quinzenal de histórias sobre mulheres, narradas por mulheres, na plataforma Spotify.
Essas ações são produzidas em parceria com a Comissão de Diversidades e Inclusão e Assessoria de Comunicação Social do TRE-RS.
Repositório de Mulheres Juristas
O Repositório tem como objetivo reunir informações sobre mulheres juristas com expertises nas diferentes áreas do Direito para fins de viabilizar a participação destas em eventos e ações institucionais e a promoção de citações bibliográficas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, para fomentar o reconhecimento das mulheres no âmbito do Poder Judiciário e compartilhar tais dados com outras entidades interessadas, tudo conforme previsto na Resolução CNJ nº 255/2018, alterada pela Resolução nº 418/2021.
Estudos, Pesquisas e Produção de Dados
Diagnósticos, relatórios e estatísticas sobre a participação feminina.
Fonte da imagem: https://www.justicaeleitoral.jus.br/tse-mulheres/